Hysteria

To betray, you must first belong

Uncategorized, NerdicesFebruary 11, 2006 7:19 pm

mas é que se mudou. Estamos em casa própria com Wordpress novo e todas essas nerdices que fazem um blog funcionar direitinho. Por favor atualizem seus bookmarks para http://gambiarra.net/hysteria.

Adeus, mundo dos hosts gratuitos. Te espero lá, Anna. ;)

Resmungos, QuotidianoFebruary 9, 2006 1:57 pm

Eu não compreendo muito a finalidade do CIEE e não gosto do terrorismo que eles fazem quando demoro a levar a renovação do contrato de estágio. Toda vez que vou lá, tenho a sensação de que a empresa em que trabalho, deve pagar algum tipo de comissão pelos estagiários que o CIEE arruma.

Só isso explicaria tamanho zelo e as práticas terroristas como mandar inúmeras mensagens de texto pro celular e ligações para dizer que se eu não for levar o bendito papel no dia X, vão me desligar do programa.

Então, lá vou eu debaixo deste sol de 200 graus levar o papel lááááá em frente ao Bosque. Só levar esse bendito papel. Tenho uma neura quando preciso ir a um lugar longe só para fazer UMA coisa. Me dá agonia. Alguém tem alguma entrega ou similar ali pros lados da Almirante Barroso? Quer ajuda? heheh

Resmungos, QuotidianoFebruary 8, 2006 12:02 pm

Pronto, vai começar mais uma novela com a Americanas.com. Tanta lentidão para entregar um produto que já foi pago. Inferno, não é possível que se demore quatro dias úteis para entregar uma câmera e um carregador.

Também não acredito que mesmo tendo milhões de produtos para entregar, eles demorem uma vida pra embalar uma mísera câmera e mandar para Belém. Tá certo que Belém é quase o fim do mundo, mas calma aí, neah? Vou ter que mudar a categoria ‘resmungos’ para ‘chiliques’.

Inferno. Inferno. Inferno e inferno.

NerdicesFebruary 7, 2006 11:57 pm

Passei uns seis meses usando só Firefox em casa, hoje de tanto ouvir mãe e irmã reclamando que “esse tal de Mozilla é muito ruim”, instalei a versão mais recente do IE, a 7, que ainda está em fase beta, mas tudo bem. A diferença pro 6 é bem gritante. Este é bem mais levinho, vem com RSS integrado, o visual é menos poluído, as páginas carregam até bem rápido e tem o lance das abas, que não é novidade para os usuários do Firefox.

Mesmo assim, ainda utiliza mais memória que o concorrente. Brincando com uma janela do IE e outra do Firefox, o sistema mostra que o browser da Microsoft utiliza quase o triplo de memória. Isso numa comparação empírica e preguiçosa. Alguns sites ficaram ótimos no IE, já outros estão o samba do afrodescendente doido. A Americanas.com é um deles. Já no Firefox, aparece lindamente e eu pude consultar o prazo de entrega da minha câmera digital.

Aliás, falando em compras, a Saraiva tá vacilando. Comprei um cd sexta-feira, que inclusive já foi pago e até agora nada. Depois não sabem porquê perdem clientes.

De qualquer forma, continuarei usando Firefox. Exceto quando eu quiser trabalhar em casa, já que o sistema lá do trabalho SÓ funciona em browser Microsoft. :]

Uncategorized 4:29 am

Não sei escrever, não gosto e tenho preguiça. Tenho blog porque sou carente de atenção.

Meo deos, melhor descrição que li em milênios. Daqui.

Resmungos, Quotidiano 2:51 am

Bacanas & sozinhas
A engenheira agrônoma e consultora Paula Negraes, de 32 anos, solteira e sem namorado há dois, conta que muitas pessoas que a conhecem acham que ela é uma mulher independente e totalmente voltada para a carreira, que de propósito deixou o casamento e os filhos para segundo plano. ‘Eles não sabem de nada!’, rebate. ‘Na realidade, eu acabei me dedicando muito à profissão justamente porque o casamento não rolou ainda.’ Enquanto a cara-metade não vem, Paula está começando seu doutorado na Universidade de Saskatchewan, no Canadá, onde mora há quatro anos. ‘Os homens desenvolvem um esquisito amor platônico por mim: me colocam num pedestal e me veneram como uma mulher perfeita, mas impossível de tocar. Aí, namoram outras, se casam com elas, e eu continuo fazendo pose de modelo no pedestal deles’, desabafa.

O caso da agrônoma é exemplar nos dias de hoje, quando é mais do que comum ver mulheres estudadas, cultas, bem-sucedidas, independentes, divertidas, às vezes bem bonitas… e sozinhas. O grupo já é tão numeroso - segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, há mais de 13 milhões de brasileiras solteiras com mais de 30 anos - que virou público-alvo cobiçado em várias áreas, inclusive no mercado cultural.

(…)

Para a jornalista e colunista canadense Anne Kingston, autora do livro ‘A Importância de Ser Esposa’, recém-lançado no Brasil pela Record, o casamento não é mais uma necessidade feminina. As mulheres não precisam mais dele para se sustentar e criar filhos. ‘Elas agora têm tempo para ser seletivas’, diz.

Não só é verdade como a seleção é rigorosa. Quanto maior for o nível de escolaridade e o sucesso na carreira obtido pela mulher, maiores serão suas exigências em relação a um futuro parceiro - o que contribui para reforçar a tese de que, quanto mais instruída for, menos chances de encontrar um homem econômica e socioculturalmente compatível a mulher terá. A pesquisa ‘Sexo, Casamento e Economia’, coordenada pelo economista Marcelo Néri, da Fundação Getulio Vargas (FGV) de São Paulo, indica que a probabilidade de a mulher com pelo menos 12 anos de estudo estar desacompanhada é quase 70% superior à daquela que não tem instrução.

A pessoa fica sem sono e vai ler a Criativa. Meo deos. 70%. Isso quer dizer que quanto mais instrução eu tiver, maior a chance de ficar pra titia? Hum… Ah, dane-se. Eu quero fazer mestrado, caramba.

QuotidianoFebruary 5, 2006 7:26 pm

A melhor coisa do mundo é ser jovem. Fazia tempo que eu nao saía de casa pra me divertir, quer dizer, mentira, mas abafa. Então rolou a festinha de Carnaval da Se Rasgum hoje de madrugada e puta que pariu, que festa bacana! Lógico, tem alguns fragmentos que se perderam na minha mente, não lembro, por exemplo, que caminho fiz pra voltar pra casa com a minha irmã e o amigo dela, o Murilo. Tá, mas eu lembro da gente conversando quase às 7 da manhã sobre política na Doca.

Eu também lembro que dancei “Some Might Say” com a Anna e a gente gritou enlouquecidamente a letra da música. Peraí, foi “Some Might Say” mesmo? Tá, mas eu lembro de ter pirado também quando tocou “Juicebox” e “Beautiful Ones” e sei lá… todas? Opa, eu também lembro que depois de sair da festa fiquei sentada lá na frente, enchi o saco da minha irmã e do Murilo, principalmente depois que ele colocou “I Want You (She’s So Heavy)” pra tocar. “Ei, repete aí, por favor”, “Coloca aquela música lá, aquela (Juicebox) do Strokes” foram minhas palavras freqüentes pro rapaz.

Ei, mas e o show do La Pupuña? Puta que pariu, gêzus amado. Foi muito bom. Sério. Até eu que sou hiper-ultra-mega-absurdamente travada para qualquer passo mais caliente, dancei pacas. Muito bom mesmo. Os caras merecem estourar, vai ser muita injustiça se isso não acontecer. Tudo bem, o mundo é injusto, pula essa parte. Mas foi excelente, o parabéns-pra-voxê que eles tocaram para a Lu.

Ok, eu e a Drika estávamos impossíveis. Passava alguém fantasiado e a gente zoava. Espírito “grinch” de carnaval. Ah, mas tocaram U2. Ainda bem que eu já tinha saído. Meus avisos foram ótimos: “Olha, não fala besteira porque eu adoro postar diálogos no meu blog. E quando eu não lembro, eu invento”. “Eu tô muito doido(a)” foi a frase da noite. Sempre. Tiveram outras, mas, claro, não lembro. Fiquei constrangida umas três vezes com algumas pessoas que disseram que eu “não falo com elas”. Como se elas falassem comigo, enfim…

E o Paysandu acabou de ganhar, na merda, o primeiro turno do Parazão 2006. Mas é muito azar (do Remo, lógico) mesmo. O Remo só perdeu um ponto dos 20 disputados no turno todo, tava com o caramba e o Papão foi lá, todo capengueti, e levou a parada. Muito merdado esse meu time. Melhor dia. Preciso anotar na folhinha.

Sabe o título daquele disco do Pulp, “We love life”? Pois é isso mesmo, na primeira pessoa do singular.

UncategorizedFebruary 3, 2006 11:39 pm

Sensacional este link enviado pelo Thyago, via Orkut.

MUITO engraçado.

Música 11:55 am

Outro endereço desse mesmo lugar
Acende a lembrança o agora já foi
De esquina pra esquina conhecendo o chão
Tudo isso andado pra quem já começou
E de lá, sempre daqui pro depois
Já tenho o que quero pra chegar onde vou
Deixado vivo e bem atento no chão
Na estica do dia
Dançando o furacão
Pagou e
Devendo ainda assim foi

Nação Zumbi pela sexta vez em menos de dois dias. Melhor disco brasileiro de 2005 (tá, não vou falar do Los Hermanos). Vai furar o cd.

MúsicaFebruary 2, 2006 11:07 am

Três vezes só hoje de manhã.