E tudo era dor. Respirar doía. Caminhar doía. Viver doía. Tudo era lento. Tudo era torpe. E vivi durante um tempo em espera. Como se eu caminhasse, comesse, falasse, mas não tivesse espírito dentro de mim. Não era apenas um vazio, era ausência completa de um ser aqui dentro de mim. Era como se eu me visse do lado de fora e não me reconhecesse dentro de mim.

É Alice, mas hoje podia ser eu. Podia.