Dei 20 voltas pra começar esse post. Nem sei explicar, mas sabe quando você percebe que cresceu? É isso. Uma volta com meus dois grandes amigos ontem e a certeza de que agora só vamos em frente, crescemos e é hora da responsabilidade. Sim, eles vão embora daqui a alguns dias. E eu… bem, eu já tô morrendo de saudade e com um aperto incrível no peito.

A gente passou um tempão falando. Tem quatro, cinco anos, sei lá, que o povo se reúne e diz: “Vamos embora daqui, é só formar e tchau”. Eis que de repente chega o momento e eu não consigo acreditar. Não são amigos quaisquer, não são conhecidos, são meus melhores e mais adorados amigos. Irmãos de coração, dessas famílias que se formam por afinidade, gentileza, bons e maus momentos. E o coração aperta, fica feliz por eles, por estarem no caminho certo e fica mais apertado quando lembra que a minha hora vai chegar também.

Na volta pra casa, um filme que passou na cabeça. As histórias que a gente viveu, viagens, idas ao sítio do Igor, casa da Karen, minha casa, festas, saídas e choro. Porque a gente chorou pra caralho! Mas fomos (e somos) muito felizes. E o que plantamos agora, vai ser garantia de ótima colheita no futuro (clichê, mas verdadeiro). Deve ser por isso, que apesar do coração apertado, dos olhos cheios de água enquanto esse post ganhava forma, só desejo sorte para os meus dois queridos.

Por aqui os dedos estão cruzados e a torcida é grande para que tudo o que vocês quiserem, se realize. E, pô, ainda vou ter dois lugares diferentes pra passar férias. É muita sorte, meo deos. :]