Ah, a falta de sono. A quarta temporada de 24 Horas acabando, um nariz entupido, um post sem sentido. Coisa boa isso de dar notícia antes dos outros. Coisa mais besta é ficar feliz com isso. É bom pegar uma carona com o pai depois de um dia complicado, conversar amenidades em uma mesa de bar. Momento único para duas pessoas que conversam muito pouco. Neko Case nos ouvidos, olho no relógio, certeza de uma manhã sonolenta.
É impressão minha ou os últimos dias têm sido quentes demais? Quêdi o inverno? Quêdi a chuva? O IE não pega mais na minha máquina e eu não tô a fim de formatar nada. Deixa o Firefox aí. Eu devia estar dormindo. Pior. São cinco coisas sérias na cabeça e mais trezentas vontades de viajar.
Há os que vão, os que chegam, os que começam a ficar. DVDs que preciso devolver. E este disco novo da Neko me parece mais melancólico que o anterior. E o novo do Placebo? Me pareceu meio morno, sei lá, falta molho. É tipo comida, para ser realmente boa precisa daquele toque, o novo dos meus queridos tá assim.
Queria muito não ter que trabalhar de manhã. No entanto, é estranho dormir até depois das 10 em dia de semana. Não pega bem, coisa de vadio, sei lá. Um monte de fragmentos. Pensamentos. Antes das 6 vai bater aquele sono descomunal, o despertador vai tocar antes das 7, vou enrolar até 7h15 e por fim, chegarei atrasada e de mau-humor no trabalho. Bela quinta-feira. Já é amanhã?

