A lei de Murphy é um negócio sério. Eu tinha parado de acreditar nela. Mas ontem de manhã li um negócio no jornal e pensei: “já vão me chamar pra fazer isso, tenho certeza. deos, tomara que não”. Aí passei o resto do dia dizendo mentalmente que não iam me chamar e coisa e tal.
Deu 7, 8, 9, 10 da noite e nada do meu telefone tocar. Eu já tava quase me convencendo que ia me safar e resolvi dormir. Quando estava na fronteira, meio dormindo, meio acordada, toca o midi de ‘O vencedor’, a músiquinha que mais me dá medo atualmente, porque sempre que ela toca sinto que vem coisa pra fazer. Dito e feito. Me chamaram. Chegar antes das 7.
Tecla sap: acordar uns 10 minutos antes das 6, fazer tudo rápido e ir. Ok, faz. Só é ruim lembrar às 6 que tu tá sem carona, porque o carro da família tá na concessionária trocando fios doidos. Mas pior que isso é que parece que toda segunda-feira (exatamente na segunda), quando se tem algo importante para fazer as roupas estão todas sujas. Aquela blusa preta tá no fundo do cesto de roupa suja e tu não consegue achar nenhuma outra decente. Aí tu vai trabalhar com qualquer uma, chega lá e a galera que vai fazer o mesmo que tu, tá vestida pra ir pruma festa de 15 anos. Vergonha na certa.
Aconteceu assim. Mas eu fiz o que tinha pra fazer, escrevi meu texto bonitinho e voltei pra casa cedo. Se tem que fazer, eu faço. *Cof, cof*