Hysteria

To betray, you must first belong

Resmungos, Trabalho, QuotidianoJanuary 26, 2006 8:33 pm

Bem que poderiam inventar um gravador que a gente pudesse conectar, via USB, ao computador e que transformasse o áudio das entrevistas tudo, tudinho, tudinho mesmo, tudinho em texto. Seria lindo, maravilhoso. Porque o pior trabalho (eu já disse isso aqui, eu sei) é transcrever entrevista. Ô trabalhinho chato, braçal, dá nos nervos.

Será que já tem? Se tiver, eu juro que faço economia pra comprar um. Nem tá na terceira pergunta e eu já tô com vontade de jogar o gravador na parede. Ai meo deos. É por isso que eu sou a favor da entrevista via messenger.

Trabalho, JornalismoJanuary 12, 2006 9:45 am

O texto que chama as crônicas e uma poesia (não lembro o número exato agora) sobre Belém é meu. Isso me lembrou que preciso comprar um domínio para abrigar este blog e meus outros textos, que estão se perdendo pela web.

Foi feito às pressas, sei lá, não gostei do resultado. Mas gostaram, se é que você me entende, e, no fundo, é isso o que importa. Perfeccionista besta eu sou.

Uncategorized, Trabalho, JornalismoJanuary 9, 2006 5:04 pm

Se falar de assunto, publicar entrevista com um grupo X, meses antes que o jornal do grupo onde tu trabalha, é bom. O mesmo, em relação ao grupo concorrente, é melhor ainda. E cadê as aspas, meu povo?

Googlar = brincar de fazer jornalismo.

A minha ética foi pras cucuias agora. Nhé. ;)

Blind Zero - Day 1

Uncategorized, Trabalho, QuotidianoJanuary 6, 2006 11:16 pm

Data: 06/01/2006
Escrito por: Lucia Soares
Comentário
Parabéns pela coluna. Ela é TDB. Amo vocês.

Mamãe me ama, perceba a gíria: TDB. Moderna pra caralho.

The Futureheads - Decent Days and Nights

Resmungos, Trabalho, JornalismoJanuary 5, 2006 7:58 pm

Eu confesso: e-mail/comentário de leitor me estressa. O cara leu tua coluna uma vez, aí ele gosta (ou desgosta) e manda um “fale conosco”. Até aí beleza, nada demais. O problema é quando o teor do texto é algo assim: “vocês precisam colocar tal banda x, podiam falar mais de tal banda y”.

Normalmente as bandas x e y já apareceram (muitas vezes, inclusive) na coluna e tu tens que responder de forma simpática uma mensagem, que merece uma resposta curta e grossa como: “Lê direito, porra!”.

Mas é isso aí, uma das minhas resoluções para este ano foi ter mais paciência com os leitores do site em que trabalho. Mais do que já tenho. Porque duvido que exista algum site em que o internauta ligue e o redator tenha SACO para procurar o nome da filha do referido em lista de aprovados no vestibular de universidade federal. Duvido!

Fino Coletivo - Parurá

Uncategorized, Resmungos, Trabalho, QuotidianoDecember 30, 2005 12:50 pm

Eu não acredito que ainda são 12h20. Parece que estou aqui há dez anos, desde ontem, sei lá. O tempo não passa. Ouvi o cd do Third Eye Blind duas vezes, coloquei “How’s It Gonna Be”, “Jumper” e “Semi-Charmed Life” um sem número de vezes no repeat. Tive um momento Mastercard ao ver que duas coisas que saíram no Ruído há uns dois ou três meses, saíram só estes dias em dois grandes lugares. Nessa hora, a gente agradece por conhecer pessoas que moram em outros países. Thank god.

Aí eu não tenho mais nada pra falar. São 12h25 e eu só saio às 13h00. Ainda tenho tempo para pensar nas coisas boas do ano. E cheguei à conclusão que foram muitas. As mais de 24 horas para ver o Placebo em Recife, os bons shows que vi, as festas que fui, os frilas, a consolidação deste trabalho aqui, o Ruído, o julgamento do caso Stang, o festival de carimbó de Marapanim, os eventos da casa que me ajudaram a praticar incrivelmente esse lance de cobertura online. Agilidade dez.

Ah, sei lá, a verdade é que grande parte das coisas que me propus no começo do ano, aconteceram. Li mais livros, comprei outros tantos, li alguns clássicos, comprei mais cd’s, vi o Los Hermanos três vezes num único ano. Não me desesperei por estar solteira há sei lá… mais de um ano? Deixei minhas unhas crescerem, descobri a paixão pelo esmalte vermelho, consegui diminuir o valor da conta do meu celular, exercitei minha paciência indo diariamente para o campus BR da Unama. Exercitei minha paciência também quando tive vontade de enfiar a porrada em gente que acho medíocre.

A parceria com o Thyago merece um parágrafo especial. É engraçado como encontramos pessoas que têm exatamente os mesmos objetivos que a gente e como com esse tipo de gente, as parcerias fluem. Nunca gostei desse lance de trabalho em equipe. Na escola e na faculdade isso ficou muito reforçado, talvez por não haver similaridade de idéias, mas este ano dei sorte. Encontrei alguém que tem um objetivo parecido, tivemos a idéia e um certo alguém para dar o aval. Minha chefe também merece um parágrafo especial só pra ela, mas como é uma história interligada, ela e Thyago são os donos destas linhas. Nunca tive um editor / chefe / patrão ou similar, como esta moça. Fico impressionada com a confiança que ela deposita em todos nós, com a calma e a capacidade de gerir todo este caos aqui da redação. Isso parece papo de puxa-saco, mas não é. Graças a ela, nossa idéia foi para frente e eu tenho diariamente oportunidade de fazer coisas que num caminho normal, só faria quando tivesse 10 anos de profissão.

Devo ter muita sorte mesmo, e ainda conheci o … (ih, posso falar teu nome aqui?), com quem nasce outra parceria (na verdade, já nasceu, né?) nos próximos dias. E ainda tive o privilégio de me tornar amiga da Drika. Faltam 20 minutos e minha cota de ‘emoção’ esgotou. Aqui na redação (dividimos espaço com a TV Liberal, não esqueçam), está um clima de despedida meio ‘corta coração’. E isso é estranho. O ano que vem é domingo.

O post está ficando grande e eu acho melhor parar. Mas feliz 2006 para todos vocês, que entram aqui. ;)

Third Eye Blind - Motorcycle Drive By

Uncategorized, Resmungos, Trabalho, JornalismoDecember 29, 2005 8:30 pm

Transcrição de fita. O trabalho que eu mais ODEIO no Jornalismo. O que me dá mais preguiça, dá mais no saco. E que me faz precisar de uma cerveja para me dar coragem para começar a digitar um entrevistão.

Estou só na primeira Cerpinha, espero que ajude em alguma coisa.

Uncategorized, Resmungos, Trabalho, Jornalismo 12:00 am

Porque a gente não vale nadaaaaaaaaaaaaaaaa. Sério. Passei metade da tarde rindo, enquanto tentava terminar isso. Outra metade, ri de dois que tentavam encher o saco de alguém via messenger.

Acho que foi um dia produtivo. Talvez eu viaje sábado, talvez eu fique em casa. Talvez… Quem sabe.

Nota mental: Preciso recolher links de alguns textos meus e colocar aí ao lado, ao menos para que eu possa lembrar (e mostrar para vocês também, claro) das coisas que já produzi. É uma pena que um dos textos que mais gostei de escrever, sobre o Amazon Paper, ainda na época do Portal Amazônia, saiu do ar, bem como os textos sobre ecologia que escrevi naquela época. Paciência. Bad karma.

Tears For Fears - Everybody Wants To Rule The World

Uncategorized, Trabalho, QuotidianoDecember 26, 2005 9:13 am

Adoro o dia 26, principalmente quando ele cai num dia de trabalho. As ruas aqui próximas estão vazias, os flanelinhas não estão disputando clientes, o tio que vende DVD’s piratas (entre eles o do Chaves, que nunca compro) não está na esquina, o moço da banca que me dá bom dia também não.

As paradas de ônibus estão igualmente vazias. Não há pautas para hoje, as notícias são publicadas de meia e meia hora, o telefone insiste em tocar e a amiga que trabalha ao meu lado diz: ‘Vai dormir!’. No messenger, ninguém. Os nomes estão todos vermelhinhos, todos offline.

No bloco de notas, além deste texto, edito outro sobre o Pink Floyd ter sido apontado o melhor grupo de rock de todos os tempos. É a notícia das 11h30. Esqueci meus fones, não tem música, só o som vindo da televisão. Sítio do Pica Pau Amarelo. Alguém chega, conta resumidamente a noite de sábado. O Café com Arte. A entrada de graça. Mudo de canal, hora da Globonews.

Começo a procurar a notícia da meia hora seguinte. Tiradas irônicas da pessoa ao lado. Risadas. Não tem notícia. Algum incêndio aí? No 190 está ‘tudo dentro da normalidade’. Penso na hora de ir embora.

Só espero que não chova, não posso molhar o cabelo de jeito nenhum.

Música, Trabalho, JornalismoDecember 22, 2005 7:31 pm

Bem aqui a lista de melhores disquinhos do ano elaborada por mim e pelo Thyago para o Portal ORM.

Obrigada a este moço pelo texto sobre a Aimee Mann. Não assinei, viu? Pode colocar o link no seu blog sem problema. Não serei eu a acabar com seu mistério. ;)

Coldplay - A Rush Of A Blood To The Head